UFRPE Realiza Evento de Conscientização e Inclusão com Jogos para Pessoas com Deficiência

UFRPE Realiza Evento de Conscientização e Inclusão com Jogos para Pessoas com Deficiência

Jogos 2024 Handicap -1: Um Passo Importante para a Inclusão na UFRPE

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) deu um passo significativo em direção à consciência e inclusão social ao organizar o evento 'Jogos 2024 Handicap -1' em 17 de julho de 2024. A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a comunidade acadêmica sobre as dificuldades do dia a dia enfrentadas pelas pessoas com deficiências e promover um ambiente mais inclusivo na instituição.

Evento Inclusivo Reúne Comunidade Universitária

A proposta do evento foi criar experiências imersivas que possibilitassem entender, na prática, os desafios enfrentados por aqueles que vivem com alguma deficiência. Participaram mais de 200 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários da UFRPE. Durante o evento, os participantes vivenciaram atividades que simulavam as dificuldades diárias de quem possui limitações físicas ou sensoriais.

Entre as atividades realizados, destacaram-se o basquete em cadeira de rodas, a corrida com obstáculos de olhos vendados e uma experiência de privação sensorial. Cada uma dessas atividades foi cuidadosamente pensada para proporcionar uma perspectiva nova e mais empática aos participantes, enfatizando a importância da acessibilidade e do respeito à diversidade.

Experiências Transformadoras

O basquete em cadeira de rodas, por exemplo, não apenas desafia a coordenação motora e o espírito de equipe, mas também evidencia o quão essencial é a adaptação de espaços e ambientes para a prática esportiva inclusiva. Durante a atividade, os participantes perceberam as dificuldades adicionais enfrentadas por atletas com deficiência, que muitas vezes precisam de estruturas específicas e apoio contínuo para participar plenamente de esportes.

Já a corrida com obstáculos de olhos vendados ofereceu uma experiência que exigiu confiança no outro e possibilidade de orientação precisa, simulando o que pessoas com deficiência visual enfrentam diariamente. A privação sensorial foi outro momento educativo, permitindo que os presentes experimentassem diferentes formas de adaptação e superação.

Resultados Positivos e Compromissos Futuros

Além de abrir os olhos da comunidade universitária para as questões enfrentadas pelas pessoas com deficiências, o evento reforçou a importância de políticas inclusivas dentro da universidade. Muitos participantes relataram que as atividades os ajudaram a desenvolver uma empatia mais profunda e um entendimento mais claro sobre a necessidade de inclusão em todos os aspectos da vida acadêmica e profissional.

Os resultados foram amplamente positivos. O engajamento e o entusiasmo dos participantes demonstraram que a conscientização sobre a inclusão não só é possível, mas necessária. Eventos como esse são fundamentais para romper barreiras e construir uma sociedade mais justa e igualitária.

Engajamento Institucional e Comunitário

A UFRPE reafirmou o seu compromisso com a inclusão e a valorização das diferenças, prometendo dar continuidade a iniciativas semelhantes no futuro. A universidade mostrou que não só se preocupa com a excelência acadêmica, mas também com a formação integral de seus alunos, incluindo a conscientização social e a construção de um ambiente inclusivo para todos.

Os organizadores do 'Jogos 2024 Handicap -1' destacaram a importância de integrar essas experiências no calendário anual da universidade. Eles acreditam que a repetição desses eventos pode consolidar uma cultura inclusiva e transformadora, não apenas dentro da UFRPE, mas em toda a comunidade ao seu redor.

Futuro Promissor para a Inclusão na UFRPE

Futuro Promissor para a Inclusão na UFRPE

O evento 'Jogos 2024 Handicap -1' foi um marco importante na busca pela construção de uma sociedade mais empática e solidária. Com a presença de mais de 200 participantes, a UFRPE demonstrou que está disposta a liderar a mudança e a promover o respeito e a igualdade entre todos.

Essa iniciativa inspirou não apenas os envolvidos diretamente nas atividades, mas também a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Mostrou que ações práticas, quando combinadas com sensibilização e empatia, podem efetivamente transformar percepções e atitudes.

Com o compromisso renovado de continuar promovendo eventos inclusivos e educativos, a UFRPE se posiciona como uma universidade que entende seu papel na luta pela igualdade e pela acessibilidade. A esperança é que outras instituições sigam esse exemplo e que, juntos, possamos criar um mundo onde todas as pessoas, independentemente de suas limitações, tenham as mesmas oportunidades e respeitos.

11 Comentários

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    @pai.tri.fellipebarros Barros

    julho 18, 2024 AT 07:20
    Isso aqui é pura performática de esquerda. Fazem esse tipo de evento só pra tirar foto e postar no Instagram. Ninguém realmente muda, só se sente bem por
    ter ‘participado’ de algo que não exige esforço real. O verdadeiro problema? A universidade não investe em acessibilidade estrutural, só em teatrinho emocional.
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    amarildo gazov

    julho 19, 2024 AT 11:45
    O evento, por sua natureza, constitui-se em uma iniciativa pedagógica, de caráter empático e formativo, destinada à sensibilização da comunidade acadêmica acerca das barreiras cotidianas enfrentadas por indivíduos com deficiência. A metodologia empregada, baseada na imersão, demonstra, com rigor, a pertinência da experiência vivencial como ferramenta de transformação social.
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    Lima Caz

    julho 21, 2024 AT 05:48
    Isso realmente me tocou profundamente. Ver tantas pessoas se colocando no lugar do outro é o tipo de mudança que a gente precisa ver mais vezes. A empatia não se ensina em sala, ela se vive. E isso foi um passo lindo
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    LEONARDO NASCIMENTO

    julho 22, 2024 AT 13:21
    Eu fui. E eu chorei. Não por emoção barata, mas porque, pela primeira vez na vida, senti o peso de uma cadeira de rodas que não era minha. A corrida com os olhos vendados me fez entender que confiar no outro é um ato de coragem que muitos vivem todos os dias sem escolha. E quando alguém diz que isso é só ‘teatro’? Eles nunca tentaram. Eles nunca sentiram o chão tremer sob seus pés sem saber se vão cair. Eles só querem julgar. Mas eu? Eu estou mudando. E isso é mais que um evento. É um despertar.
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    Pablo de Carvalho

    julho 23, 2024 AT 17:52
    Claro, tudo isso é só um esquema da ONU pra controlar a mente das pessoas. Primeiro eles te fazem achar que deficiência é um problema de acessibilidade. Depois, te convencem de que a culpa é da sociedade. Mas e se a deficiência for só uma variante natural da humanidade? E se esse evento for só uma maneira de transformar pessoas normais em vítimas programadas? Onde está o estudo científico que prova que isso muda algo além da autoestima de quem organiza?
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    Alicia Melo

    julho 25, 2024 AT 17:47
    Mas e se isso tudo for só uma forma de esconder que a universidade não tem dinheiro pra contratar professores? Ou que os prédios são antigos e sem elevador? Isso aqui é só um disfarce. Vocês acham que colocar alguém de olhos vendados pra andar no pátio vai resolver o fato de que a biblioteca não tem leitor de tela? Parece que todo mundo quer ser herói de um conto de fadas, mas ninguém quer pagar a conta.
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    Leonardo Melo

    julho 25, 2024 AT 20:48
    MEU DEUS QUE INCRÍVEL! Eu fui na corrida com os olhos vendados e quase bati em uma parede 3 vezes! Aí eu tive que confiar em um colega que nem eu conhecia e isso me fez entender que a gente precisa de mais gente boa nesse mundo. Vamo manter isso sempre!
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    Valter Barbasio

    julho 27, 2024 AT 02:05
    Legal, mas cadê o afterparty? Tudo isso de ‘empatia’ é bonito, mas se a gente não tiver um churrasco depois, o que é que fica? A gente não vai lembrar da cadeira de rodas, vai lembrar da cerveja gelada e do funk que rolou. Inclusão tem que ser completa, inclusive no lazer. Vamo botar um DJ no próximo evento?
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    Zezinho souza

    julho 29, 2024 AT 01:51
    Fiquei quieto durante todo o evento. Só observei. Mas vi o olhar de uma menina que usava prótese. Ela sorriu quando viu que alguém tentou andar com uma cadeira de rodas e caiu. Não foi um sorriso de pena. Foi de quem viu que, de repente, alguém começou a entender. E isso... isso já valeu.
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    thiago maeda

    julho 31, 2024 AT 01:47
    Muito bom isso, mas eu acho que o nome ‘Handicap -1’ ta errado. Handicap é uma palavra que tem conotação negativa, tipo ‘deficiente’. Acho que deveria ser ‘Jogos da Inclusão 2024’ ou algo assim. A linguagem importa, gente!
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    Carolina Gandara

    julho 31, 2024 AT 02:02
    Essa iniciativa é bonita, mas é uma farsa. Vocês acham que uma corrida com olhos vendados vai mudar o sistema? A UFRPE ainda tem salas sem rampa, provas sem tradução em braile, e professores que chamam alunos com deficiência de ‘especial’ como se fosse um elogio. Isso aqui é um espetáculo para os ricos que querem se sentir bons. Onde estão os orçamentos reais? Onde estão os contratos? Onde está o compromisso de contratar pessoas com deficiência como funcionárias? Sem isso, tudo isso é apenas teatro.

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