Atlético-GO tropeça e vê vitória escapar diante do Paysandu em Belém
A partida entre Paysandu e Atlético-GO, válida pela Série B do Brasileirão, teve um pouco de tudo: reviravoltas, gols na reta final do primeiro tempo e muita reclamação em campo. O jogo, disputado no Estádio Banpará Curuzu, foi daqueles de prender a atenção até o apito final, mas ninguém saiu plenamente satisfeito.
O Atlético-GO chegou com retrospecto favorável contra o Paysandu, carregando cinco vitórias em oito jogos diretos. E parecia que a história se repetiria mais uma vez. Marcelinho estava inspirado e, logo aos 27 minutos, aproveitou cruzamento rasteiro e finalizou para abrir o placar. O Paysandu, sentindo a pressão em casa, até demorou, mas respondeu com Rossi, que empatou aos 41 minutos após bela jogada pelo lado direito, finalizando forte sem chances para o goleiro adversário.
O Atlético-GO queria mais. Ainda na primeira etapa, um pênalti gerou polêmica entre os jogadores do Papão e resultou em cartão amarelo para Leandro Vilela por reclamação. Marcelinho foi para a cobrança e, com frieza, voltou a colocar o Atlético em vantagem nos acréscimos: 2 a 1.
Pelo segundo tempo, equilíbrio e cartões marcam duelo animado
Na volta do intervalo, Paysandu se lançou para o ataque, tentando quebrar a escrita negativa nos confrontos contra os goianos. O Atlético-GO valorizava a posse da bola, buscando controlar o ritmo, mas passou a dar espaços perigosos. O clima ficou mais tenso após Ronaldo Henrique, do Paysandu, também receber amarelo por discutir com a arbitragem. Os ânimos continuaram quentes, mas, ainda assim, a equipe da casa aproveitou um dos raros vacilos da defesa rubro-negra e buscou o empate - sem detalhes de autoria clara do gol, mas com confirmação do árbitro.
Os minutos finais foram de pressão para ambos os lados, porém sem eficácia. Para o Atlético-GO, o resultado tem gosto amargo. Mesmo tendo tido vantagem no placar em duas ocasiões e dominando boa parte das ações ofensivas, o time deixou escapar dois pontos que poderiam criar novo respiro na classificação. Com o empate, o Dragão segue com 22 pontos, somando agora cinco vitórias, sete empates e quatro derrotas na Série B, mantendo um desempenho irregular na busca pelo acesso.
- Atlético-GO manteve a escrita de superioridade no retrospecto geral, mas deixou escapar vitória certa.
- Paysandu continua sem vencer o rival goiano nos últimos confrontos, mas mostrou poder de reação diante da torcida.
- Marcelinho confirmou boa fase com dois gols, sendo o principal destaque ofensivo do jogo.
- Cartões amarelos por reclamação evidenciam clima tenso e contestação das decisões da arbitragem.
No fim, todas as promessas de um confronto aberto entre Paysandu e Atlético-GO foram cumpridas, menos a de uma vitória definitiva para alguma das equipes. O resultado acirra ainda mais a disputa no meio da tabela da Série B, deixando o torcedor com a pulga atrás da orelha sobre o rumo dos times na competição.
Murilo Zago
julho 15, 2025 AT 15:00Marcelinho tá em uma fase absurda, hein? Dois gols, pressão constante, e ainda por cima com frieza nos pênaltis. O Atlético-GO tá com um ataque que pode virar referência na Série B se mantiver esse ritmo.
Eletícia Podolak
julho 16, 2025 AT 14:29o time ta muito irregular mas pelo menos ta tentando... eu to torcendo pra eles subirem mesmo com tudo isso, vcs acham q o técnico vai mudar algo?
Ronaldo Pereira
julho 17, 2025 AT 17:30o gol do empate foi do ronaldo henrique? ou foi um autogol? eu to confuso pq o narrador n falou nada claro...
amarildo gazov
julho 17, 2025 AT 17:32Considerando a estrutura tática adotada pelo Atlético-GO, a transição defensiva apresentou falhas sistêmicas, particularmente na cobertura dos espaços laterais durante os contra-ataques do Paysandu. A ausência de um volante de contenção exacerbou a vulnerabilidade, o que, em termos de análise de desempenho, configura um déficit operacional crítico.
@pai.tri.fellipebarros Barros
julho 19, 2025 AT 17:06MEU DEUS, QUE PARTIDA DE FILME! O Atlético-GO foi de herói a vilão em 90 minutos... e o árbitro? Tá no filme do Jumanji? Essa arbitragem é um circo de horrores, e o Paysandu só empata porque a sorte tá com eles agora...
Daniel Gomes
julho 20, 2025 AT 06:44Alguém mais acha que esse empate foi combinado? O Atlético-GO tá na Série B desde 2018 e sempre que tá perto de subir, algo estranho acontece... e agora, no mesmo estádio onde o clube foi eliminado em 2020 com o mesmo placar? Coincidência? Eu não acredito em coincidência.
Graciele Duarte
julho 22, 2025 AT 04:32Eu chorei... realmente chorei. Depois de tantos jogos assim, sempre perdendo no fim... o que é que a gente tem que fazer pra ter um pouco de felicidade? O Marcelinho fez tudo direitinho, e aí... tudo desmorona de novo... eu não aguento mais...
Marcos Roberto da Silva
julho 23, 2025 AT 05:08Observando a dinâmica do jogo, há uma clara assimetria na eficiência ofensiva entre as equipes. O Atlético-GO demonstrou superioridade técnica na construção de jogadas, com Marcelinho operando como um meia-atacante de alta densidade de finalização. Contudo, a pressão alta do Paysandu na segunda etapa expôs uma fragilidade estrutural na transição defensiva - especificamente na cobertura do corredor direito, onde a dupla de zagueiros perdeu a sincronia em três ocasiões críticas. A falta de um jogador de contenção com perfil de leitura espacial, como um volante de marcação em profundidade, torna o time suscetível a contra-ataques rápidos, mesmo quando domina a posse. O empate, portanto, não é uma surpresa tática, mas sim uma consequência lógica de um modelo de jogo mal equilibrado.
LEONARDO NASCIMENTO
julho 23, 2025 AT 12:03Essa equipe é um drama ambulante. O Atlético-GO é o tipo de time que vence o jogo nos 89 minutos e perde o título nos 90. O Marcelinho é o único ser humano com cérebro nesse time, e mesmo assim, o time inteiro parece estar em uma telenovela mexicana: tudo bem até o final, aí a vovó morre e o herói é preso. Parem de sofrer, pessoal. Vão ver um filme. Qualquer filme. Menos esse.
Pablo de Carvalho
julho 25, 2025 AT 11:02Claro que o empate foi planejado. Quem acha que o Paysandu consegue marcar um gol assim sem um acordo prévio com a CBF? E o pênalti? Aquele lance foi um toque de dedo no pé do zagueiro... mas o árbitro viu um crime de guerra. E o gol do empate? Ninguém viu de onde veio. O vídeo foi apagado. Eles estão controlando o resultado pra manter o Atlético-GO na Série B até 2027. É o plano.
Alicia Melo
julho 27, 2025 AT 07:01Na verdade, o Paysandu merecia ganhar. O Atlético-GO só tá na Série B porque o presidente é amigo do presidente da CBF. E o Marcelinho? Ele é bom, mas só porque ninguém marca ele. Se fosse contra o Corinthians, ele nem faria um gol. Essa é a realidade.
Pedro Ferreira
julho 28, 2025 AT 03:40Sei que tá difícil, mas o time tá mostrando evolução. O Marcelinho tá confiante, a defesa tá melhorando aos poucos. O empate dói, mas não é o fim. O que importa é que o time não desistiu. Continuem torcendo - mesmo que seja em silêncio. A gente precisa de vocês.
Lima Caz
julho 28, 2025 AT 17:52Apesar do resultado, é importante reconhecer o esforço coletivo da equipe. A persistência em manter a posse de bola, mesmo sob pressão, demonstra maturidade tática. O empate, embora desapontador, não invalida os avanços realizados ao longo da campanha. Acredito que, com consistência, os pontos virão.
Leonardo Melo
julho 30, 2025 AT 08:07PODE NÃO SER PERFEITO MAS É O NOSSO TIME! MARCELO É O CARA, O GOL DO EMPATE FOI UMA MERDA MAS NÃO DESISTE NÃO! VAMOS QUE VAMOS!
marco antonio cutipa
julho 30, 2025 AT 17:34Com base em dados estatísticos de desempenho ofensivo e defensivo, a equipe do Atlético-GO apresenta um índice de eficiência de finalização de 28,6%, superior à média da Série B (21,3%). Contudo, a taxa de conversão de oportunidades em gols após cruzamentos é de apenas 12,5%, indicando falhas na finalização e na marcação de áreas. A perda de vantagem em dois momentos distintos, ambos após gols de pênalti, sugere uma vulnerabilidade psicológica estrutural, não técnica. A arbitragem, embora controversa, não foi o fator determinante - e sim a incapacidade do time de manter o foco após o primeiro gol. O empate é, portanto, um reflexo da incoerência mental da equipe, não da sorte ou da arbitragem.